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Pela ruas virtuais
   
 






Marcelo de Oliveira Souza: Pseudônimo SOM, natural do Rio de Janeiro, Professor de Língua Portuguesa,  formado na Universidade Católica do Salvador. Pós-graduado pela Faculdade Visconde de Cairu com convênio com a APLB/UNEB; Membro titular do Clube dos Escritores de Piracicaba; participa de vários concursos de poesias, contos,  publicações em jornais e revistas estaduais, nacionais e internacionais  sempre conseguindo ser evidenciado pelos seus trabalhos louváveis. Organizador do Concurso Literário Anual POESIAS SEM FRONTEIRAS.

 

Obras Publicadas:

* Universos na Esperança de Amor e Paz 1984 - Editora ODEAM - Salvador-BA
* Poetas Brasileiros de Hoje 1986 - Editora Shogun Arte - Rio de Janeiro-RJ
* Escritores Brasileiros de Hoje 1986 - Crisális Editora - Rio de Janeiro-RJ
* CD Literário 2002 Salvador - BA
* Agenda Literária Dias de Poesia 2002/2003 - Editora Via 7 - Itapetinina-SP
* Agenda literária Dias de Poesia 2003/2004 - Editora Via 7 - Itapetininga-SP
* Antologia do II Conc. Grandes Nomes da Nova Literatura Brasileira 2001- Ed. Phoenix - São Paulo-SP
* Revista Literária da Sociedade de Cultura Latina do Brasil 2000 - Mogi das Cruzes-SP
* Imã Literário 2003 e 2004 Salvador-BA
* Incluso no Guia Cultural do Estado da Bahia 2003 Salvador-BA

* Verbete do dicionário de autores baianos 2006 Salvador-Ba
* Livro A SALA DE AULA 2007 EDC Publicações - Salvador - BA
* Apresentação do Livro POIETI CONTEMPORIMAS & VERSOS - Editora Ômnira 2007 Salvador BA
* Livro Salvo Conduto 2008 - EDC Publicações - Salvador BA
* Imã Literário 2008 Salvador - BA
* Agenda Literária 2009 - Editora Celeiro dos Escritores - Santos SP
* Livro de Crônicas Selecionadas de Porto Seguro 2009 - Editora Via Literária Porto Seguro BA


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Sonho de Sete de Setembro

 

Glorifiquemos a Independência
com orgulho e satisfação
Um País gigante, de influência
Formador de opinião.

Políticos de sapiência
Que ama o povo e a educação
Exaltando nossa bandeira
Símbolo da Nação!

A virtude da igualdade
Em cada segmento
A saúde com recorde de desenvolvimento
Curando a ferida aberta sem sofrimento.

Respeito mutuo e contentamento
Uma grande virada
no nível de vida
Bloqueando os ressentimentos.

O Brasil que é campeão
Não só no futebol
Que era homenageado e gritado
Por desempregados e desdentados.

Celeiro do mundo
Exportador de Tecnologia
O Brasil potente
Cheio de alegria.

Acorde ! é só hoje que podemos sonhar
Amanhã tudo permanece igual!

mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm

Hoje é uma data importante para refletirmos se realmente somos independentes, com essa miséria assolando, corrupção, roubo, injustiça social e subserviência às grandes potências.
Independência ou Morte!!!!!!!!!!!!!!!!!!



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Favela

 

Depois da segunda guerra mundial o governo resolveu fazer uma doação de terras justamente nos morros, além de ser uma falta de visão social é uma falta de visão política a longo prazo.

As favelas se popularizaram nas capitais, nas cidades grandes do interior e hoje é muito difícil dizer onde não existem favelas nesse imenso Brasil.

No inicio esse tipo de habitação era caracterizada por existir em morros, os moradores desse local eram predominantemente imigrantes e moradores de ruas que se aventuraram a invadir instalando-se a todo custo; depois esse tipo de local foi se transformando. Com a dificuldade de moradia as florestas foram cedendo lugar a invasões, empreendimentos imobiliários, obras viárias e outros segmentos.

A classe dominante brasileira por um bom tempo fez “vistas grossas” para essa problemática social, contudo a partir do crescimento desordenado elas foram crescendo, se multiplicando, tomando todos os espaços e hoje quem não mora num desses locais, tem a companhia dela como vizinha.

A falta de oportunidade que é uma constante nesse meio, não foi motivo para que muitos cidadãos  habitantes do local conseguissem optar por um meio honesto, tendo como maior norteador o esporte, pois sem esporte, cultura e educação não podemos produzir “craques” em nenhuma profissão, passando a excluí-los, transformando-os em marginais vendedores de “crack”.

Os segmentos governo por muito tempo insistem em esquecer essas pessoas, mesmo com toda essa violência, parecem que não lembram que as olimpíadas vêm aí, não existe nenhum planejamento prévio para os nossos atletas e quando percebermos, os Jogos Olímpicos estarão aí; quando eles começarem, as quadras e ginásios poderão até estar cheios de visitantes e torcedores brasileiros, bem com atletas mal-formados; na rua não haverá violência, pois o exército estará patrulhando, mas os vendedores de “crack” estarão lá  nos seus redutos com drogas e todo tipo de arsenal, torcendo não somente para os poucos heróis ganharem medalhas, mas para que toda aquela movimentação termine e tudo volte a ser como antes, onde as favelas viraram reinado, as quais os reis reinam absolutos, mesmo que momentaneamente, porque ali existe sim revezamento, não de nadadores ou corredores, mas de donos da “boca de fumo”.