Geraldo Pereira Lopes, nasceu em 14/10, em Laguna, Santa Catarina, residindo em Florianópolis há 35 anos, tendo escolhido a Ilha da Magia para morar e libertar os seus versos, porém, sempre em sintonia fina com a sua Terra Mãe. É poeta, pensador, compositor, Cientista Social, e licenciado em Sociologia pela mesma Universidade, UFSC - Floripa e se auto define: Simplesmente Poeta o Poeta do SER O POETA - autor teve a percepção, em sintonia fina com o ALTO, e a partir daí, nasceu a poesia do SER. Assim sendo, sempre que existir alguma palavra com a grafia ¨CER¨, seja no início, no meio ou no final, substitui o ¨C¨ pelo ¨S, exatamente para chamar atenção sobre o SER em geral e também o HUMANO, que passou a denominar de ESSE-E-ERRE, nascendo assim, no mínimo, uma forma diferente e particular de escrever, denominada: A Filosofia do ESSE – E – ERRE.
O POETA não tem a menor intenção de desrespeitar a ortografia ou a gramática, tem sim, a pura intenção de aSERtar, com SERteza na vida, e para isso é urgente – urgentíssimo, darmos pareSER com S MAIÚSCULO!
O POETA em seus lançamentos, tem por norma e objetivo, apresentar brinquedos de infância, tais como peteca, pião com fieira e tudo, bilboquê, corda de pular, cinco maria, bolinhas de gude e tantos outros, exatamente para demonstrar ao público presente e a sociedade (mundial) a relação da poesia, literatura e os brinquedos de infância, tudo isso via emoção, despertando em todos o lado lúdico da vida, ao som do violino sempre com a execução de um clássico.
Um grande poeta de cunho internacional assim se expressou: tudo, tudo vale a pena se a alma não é pequena. Um outro poeta não menos internacional do que o primeiro disse: eles passarão e eu passarinho. Um terceiro poeta, catarinense de Timbó, não menos internacional que os dois primeiros, buscou no mais profundo dos seus sentimentos — percepção, nos dando de brinde: menor que meu sonho, não posso SER!
Busco um quarto poeta, que ousa fazer a ponte entre esses (03) três ícones da Poesia Internacional e acrescenta: ainda que me sonho possa me tornar marginal, diante da ignorância, da hipocrisia do olhar alheio, que vive por demais centrado no seu próprio umbigo e quando dele se afasta, vai exatamente em direção ao seu próprio quintal e realiza um belo jardim e a partir daí, começa a receber N elogios. Se o seu quintal é assim, imaginem o tamanho da casa. Esquecendo que o seu quintal, a sua casa, nada mais são que o seu próprio umbigo ampliado.
Portanto, se temos a capacidade de realizar para nós mansões, vamos auxiliar outrem a conquistarem a sua dignidade-cidadania, a sua moradia, para que no mundo haja HARMONIA!
Se quisermos entender e praticar a mensagem, vamos caminhar para um 2.010 bem melhor para todos.
Pois, pois, pois, tudo que tu possa imaginar tem que ter (SER) uma palavra chave no campo prático da vida: harmonia.
Quando o mundo, (as pessoas — "autoridades" teorizam em demasia e praticam minimamente), passamos a presenciar na prática, o que estamos a presenciar diuturnamente sem limites: injustiças sociais, agressões ao meio ambiente, a vida em geral de forma por demais assustadora, comprometedora.
Pois, tudo que sobra lá e sempre querendo mais e o pouquinho que aqui precisa e satisfaz, vai — vem sempre ficando pra trás. Muitos gritos sufocados, muitos sangue derramado, muitas fontes de luz procurando ocultar os crimes, muitos seres abandonados. Agora, foi dado o recado, depois, (...) Da minha obra musical: Temos Que Domar a Fome.
Portanto amigos amigos, é urgente, urgentíssimo, divulguem por favor: o que mantém todos os equilíbrios sociais, são exatamente as diferenças. Agora, quando são elas, as diferenças muito acentuadas, elas causam efeitos contrários — causam implosão. Por isso estamos a presenciar com bastante freqüência, alterações climáticas catastróficas em vários níveis e também as sociais, porque nos distanciamos em demasia do aprimoramento das relações das relações, que é com (SER)teza a humana, que tem desdobramentos nas demais relações com tudo e com todos os outros seres que compõem nosso pequeno universo de percepção.
Silêncio se faz..., eco, se procura..., e eu, simplesmente poeta o poeta do SER!