Flávia Flor (Assaife ) nascida em 1968 na cidade de Brasília, Distrito Federal, Brasil, casada , escreve poesias desde sua infância. É professora universitária, escritora, administradora e consultora. Formada em Administração de Empresas, pós-graduada em Gestão de Pessoas, Gestão de Negócios e Gestão de Varejo atuou por muitos anos em diversos segmentos do mercado na área de ciências humanas. Nos últimos anos vem ministrando aulas de graduação e pós-graduação nas áreas de Gestão, Recursos Humanos, Qualidade e Educação Corporativa. Sempre escreveu poesias para si mesma com o objetivo de externar o que lhe ia na alma, através do incentivo de amigos e familiares, teve o ímpeto e o desejo de compartilhá-las com o mundo, visando contribuir para as pessoas mergulharem em si próprias, descobrindo como cada um é único e belo. Autora dos livros: “Ouço a Voz do Coração através de um Mergulho Interior”, publicado em Portugal pela editora Corpos e de “Sussurros da Alma” publicado no Brasil pela editora Multifoco. Trabalhos publicados no concurso do Projeto Itáu Cultural – Delicatta V; Antologia “Poesias da Alma” e no livro infantil “Brincando de Escrever com quem Escreve Brincando” – editora Canapé.
Participante com trabalhos públicados em diversas Antologias de poesias, contos e crônicas da Camara Brasileira de Jovens Escritores. Possui poesias, crônicas e contos publicados, também, via web:
A seda de tua voz Acaricia meus ouvidos Me desperta a libido Inebria-me os sentidos...
Entregamo-nos ao momento Esquecemo-nos de qualquer lamento Sou tua, inevitavelmente És meu, totalmente...
Brilho ofuscante no olhar Corpos a levitar Beijos a extasiar Embriagados pelo vinho de amar...
Mãos macias a deslizar Procurando cada curva desvendar Território a desbravar No prazer em amar...
CHÁ DE FRALDAS
É muito comum nos dias atuais a gestante convidar as amigas para o tão famoso “chá de fraldas”. Sim, não é mais “chá de bebê” onde cada amiga leva um presentinho para a criança que está para nascer e a gestante tem que adivinhar o presente... Isto foi antigamente. Hoje, o quente é oferecer um lanche e cada convidada (o) levar quantos pacotes de fraldas puder presentear a futura mamãe. De fato é uma forma inteligente de poupar, afinal gasto com fraldas é literalmente jogar dinheiro no lixo. Convenhamos, uma criança gasta em média 14 fraldas descartáveis por dia. Se a gestante convidar um bom número de amigas e cada uma levar pelo menos dois pacotes do grande (24 fraldas), dá um estoque para um período de seis meses a um ano. Economia significativa. Pessoalmente, concordo plenamente com esta opção muito mais prática e inteligente, visto que as fraldas certamente serão todas utilizadas, enquanto os antigos mimos... bem, melhor deixar para lá... Mas, é outra coisa que me intriga: o nome. Por qual motivo é “chá de fraldas”? Sim, por que não há chá com sabor de fraldas (graças a deus!), pelo menos, não que eu tenha conhecimento, imagino não ser palatável... São oferecidas inúmeras bebidas: refrigerantes, sucos, drinks, água, mas, o dito chá... Pensando bem, nem na época do “chá de bebê” servia-se chá. A mesma situação ocorre com os casais que irão subir ao altar: “chá de panela”, chá de bar”... Não entendo. Por que chá? Já que o evento evoluiu, talvez o nome devesse seguir o mesmo caminho. Ainda mais num país tropical onde o “chá” é pouco consumido. Se ainda fosse café... talvez fizesse mais sentido. O fato é que bebês continuarão nascendo e os “chás” continuarão acontecendo...